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Flávio Bolsonaro faz críticas à Lava Jato e defende Augusto Aras em entrevista a jornal

Senador filho do presidente da República também admitiu que seu ex-assessor Fabrício Queiroz pagava suas contas pessoais, mas com dinheiro do próprio Flávio.

05/08/2020 08h01
Por: Portal Curiúva Fonte: g1
Reprodução
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O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, fez críticas à operação Lava Jato e defendeu o procurador-geral da República, Augusto Aras, em entrevista publicada no jornal "O Globo" nesta quarta-feira (5). Ele também admitiu ter tido contas pagas pelo seu ex-assessor Fabrício Queiroz, mas, segundo ele, o dinheiro era dele próprio, do parlamentar.

Na entrevista, Flávio foi questionado sobre se não considera uma contradição que a Lava Jato reclame estar sendo alvo de desmonte depois de a família Bolsonaro ter sido eleita com discurso alinhado ao da operação.

O senador é alvo de investigação de esquema de "rachadinha" na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alesp), no qual funcionários eram obrigados a devolver parte do salário ao gabinete do parlamentar no período em que ele foi deputado estadual.

O ex-assessor de Flávio Bolsonaro Fabrício Queiroz chegou a ser preso durante 22 dias por causa da investigação da rachadinha, mas deixou o presídio e foi para prisão domiciliar no último dia 10. Investigação do Ministério Público apontou que Queiroz pagou contas pessoais de Flávio, como mensalidade escolar das filhas e gastos com plano de saúde, com dinheiro vivo.

Sobre o plano de saúde dele ter sido pago com mais de R$ 100 mil em dinheiro vivo, Flávio disse que, se diluir em 12 anos, "não é muito". "Vai dar R$ 1.000 por mês [se diluir]. Isso é muito? Não é muito. Qualquer plano familiar baratinho é mais do que isso. Não tem ilegalidade", afirmou.

Saída de Moro do governo

Flávio também disse que o ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, deixou o governo "porque percebeu que não havia um alinhamento ideológico, no tocante às armas, por exemplo" e que, com a saída dele, "a produção do Ministério da Justiça subiu demais".

Ao ser questionado sobre se a saída de Moro não se deve a uma interferência política na Polícia Federal, o senador disse ser uma "uma crítica completamente infundada".

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